Nova subvariante da Covid-19 ‘Cicada’ tem 75 mutações e já está presente em 23 países: sintomas, riscos e o que se sabe até agora
Alta carga de mutações levanta alerta sobre transmissão, reinfecção e eficácia das vacinas
08/04/2026
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Entenda os sintomas, riscos, transmissão e impacto da nova linhagem do coronavírus
A nova subvariante da Covid-19, chamada “Cicada” (BA.3.2), já circula em pelo menos 23 países e chama a atenção por apresentar cerca de 75 mutações, especialmente na proteína spike — estrutura que permite ao vírus invadir as células humanas.
O avanço global da linhagem acende um alerta na comunidade científica, principalmente pelo potencial de adaptação do vírus.
O que é a subvariante Cicada?
A “Cicada” é uma sublinhagem da variante Ômicron, e não uma nova variante independente. Isso significa que faz parte do processo natural de evolução do vírus, que continua sofrendo mutações para se manter em circulação.
Desde a Ômicron, o coronavírus passou a evoluir de forma mais contínua, sem grandes “saltos” entre variantes.
Por que essa variante preocupa?
O principal fator de preocupação está na quantidade elevada de mutações:
Cerca de 75 mutações na proteína spike;
Possível escape imunológico;
Maior capacidade de infecção, mesmo em pessoas vacinadas.
Essas alterações podem permitir que o vírus drible parcialmente a imunidade, favorecendo a disseminação.
👉 Importante: até agora, não há evidência de aumento de casos graves ou hospitalizações.
Sintomas da variante Cicada
Os sintomas permanecem semelhantes aos das versões recentes da Covid-19:
Febre;
Tosse;
Dor de garganta;
Coriza;
Cansaço.
Não foram identificadas manifestações mais agressivas até o momento.
Vacinas ainda funcionam?
Sim — e continuam sendo a principal proteção.
Mesmo com mutações, as vacinas seguem eficazes para:
Evitar formas graves;
Reduzir hospitalizações;
Diminuir risco de morte.
A proteção pode durar entre 6 a 12 meses contra quadros graves, mesmo com variantes derivadas da Ômicron.
A variante já chegou ao Brasil?
Até agora, não há confirmação oficial no Brasil, mas especialistas consideram provável que isso aconteça, devido à rápida disseminação internacional.
O que realmente preocupa agora
Mais do que a variante em si, especialistas alertam para um fator crítico:
👉 queda na cobertura vacinal
A Covid-19 ainda causa internações e mortes, principalmente em:
Idosos;
Crianças pequenas;
Gestantes.
🔎 Em Síntese
A subvariante “Cicada” representa mais um estágio da evolução do coronavírus. Apesar do alto número de mutações, o cenário atual é de monitoramento, e não de pânico.
A ciência já mostrou o caminho:
✔ Vacinação atualizada
✔ Vigilância epidemiológica
✔ Informação de qualidade
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